Falei com você. Coisa de dez minutos. Coisa de gente que se falar sempre, um papinho, um como foi seu dia, um "café amanhã?". Marcamos como se houvesse tempo. Planejamos como se fosse simples. Ignoramos toda a ausência e uma constante distância porque, agora, você está aqui.
Sorrisos.
Uma despedida, um te vejo amanhã... E um enorme desespero de perceber a falta que você me faz. Não que não soubesse, mas talvez não quisesse saber. Talvez essa fase de ser honesta com sentimentos e tentar entender o que se passa tenha me revelado o tanto que é difícil ficar sem poder te ver. Essa distância me consome. Sempre consumiu. E agora, é como se eu andasse desprotegida. Meio sem anjo da guarda, meio sem confidente. Meio sem Dom Quixote - ou Dom Juan - que me deixe acreditar no sonho... ou no amor.
Mas, hoje, nada importa. Nem a saudade que volta em poucos dias. Nem o tempo curto, nem nada. Amanhã eu vou te ver e, entre um gole e outro de café, vou acreditar em tudo que quiser.
Do que que você está falando?!
#hashtag
altos papos
cartas
coisas crônicas e cotidianas
contos de fadas
cores
de verdade
desabafo
desabafos
despedida
diálogos
el
Ela
Ele
Eles
empoderamento
espanhol
estações
fábulas
feminismo
filosofando
frio
futebol
histórias
inglês
metalinguagem
Nerd
o inferno são os outros
odisseias
parte 2
Perguntar carece: Como não fui eu que fiz?
personagens
Planos infalíveis
profissão: professor
rapidinhas
Rio
Rock in Rio
romantiticas
São Paulo
sequências
Tu
versificando
viagem
virada
Nenhum comentário:
Postar um comentário