domingo, 21 de abril de 2013

Garota

Garota, você é perigosa. É carisma puro, magnetismo, imã... atração, repulsão. Vem. Quero tudo, quero você longe. Sai de perto. Fica aqui... Te seguro o braço e você aceita, como se não pudesse simplesmente fugir. Podia. Podíamos.
Garota, por aqueles muitos segundos de horas eu não sabia de mais nada. Nem dele, nem de mim. Sabia de você, que estávamos ali e isso era tudo que me importava. Sabia que queria estar ali como há muito tempo não queria alguma coisa. Queria você.
Falei mais do que devia, me expus mais do que poderia. Não posso, não podia. Não devo, não devia.
Ainda quero você. Ainda quero querer e quero saber. Ainda pago pra ver. Mais uma vez. Outra. Uma terceira vez. E pago pra ver de novo. Já fiquei, arrisquei. Já foi, já fiz. Só ainda não achei tudo que preciso (me) encontrar.

Vai ver eu esperava uma você toda resposta,
E você pergunta e pergunta.
(Sobre a sua pergunta... Preciso dizer que sim?)
Queria certeza, queria saber,
e você?

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