quinta-feira, 12 de setembro de 2013

É bem engraçado quando você se dá conta que não escreve mais. Não engraçado 'hilário', engraçado 'curioso', talvez. Perceber que palavras que sufocavam encontraram outras vias de escape... e nem te avisaram onde foram. Mas foram.
E também é estranho perceber quando o olhar muda. E, sem mais nem menos, nos tocamos das mudanças em nós mesmos. E não por termos mudado a cor do cabelo, ou ainda termos trocado o estilo de se vestir. Não por um rabisco novo na pele. Por algo que não se vê.
Ver um sorriso a dois, um abraço sincero... Uma lágrima de reencontro. Um beijo. E se saber feliz e cúmplice de um crime perfeito.
Ando doce. Aceito o mundo de maneira doce. Sorrisos não são tão falsos e filmes de amor não são tão tristes. Uma resignação de quem é feliz e então... tudo bem. Os problemas também, bem, tudo bem. A dor acontece... tudo bem.
A bolha cor de rosa de que me acusavam não é tão potente, veja só. Mas gostar de alguém, é.

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