Faltou honestidade.
Não foi falta de amor. Nem foi falta de amar.
Foi como quem salta, desesperadamente, de um barco naufragando.
Eu tentei mais do que nunca aprender a te velejar...
Você tem potencial pra cruzar todos os oceanos, os ares, pra realizar o que quiser...
Mas você não quer, mas você não quis tentar novas rotas.
Preferiu ser o barco de sempre. Atracado...
Você, com medo de enfrentar novas tempestades em mares nunca antes navegados, tremeu.
Com medo de ser arrebatado por uma onda, afundou, sozinho, ainda no cais.
Desculpe.
Com muito sofrimento e engolindo muita água eu aprendi a nadar.
Não posso deixar que você me naufrague assim.
Do que que você está falando?!
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