sábado, 4 de janeiro de 2020

Mujer

Hoy voy escribir todo mesclado.
E por quê?
Because this is who I am.

Um dia, sai um espanhol. Outro um xingamento em inglês, um eu te amo com acento raro. Extraño a estranheza de alguns daily habits. Já não tão diários, ainda hábitos.
Resquícios de idiomas, de ritmos, mates, drinks. Resquícios de quando o amor era certeza no idioma que fosse. Resquícios de cuando Yo creía.
Pero ya no más. Quando um mundo criado, planejado a 2, é deletado, não tem back up que restaure a configurações de confiança e segurança.
It does not matter. Meu teclado tem três idiomas e em nenhum deles eu entendo o que aconteceu. Ni porque carajos....

Ya está, nena. Talvez essa vida não seja assim tão pra você, sabe? Love e tal. Deixa pras músicas. Os ritmos latinos já não são o seu ritmo, a bateria também já não marca passos. Let it be. Let it go.

O tempo que te mede é o relógio, the clock that tells the time. Y hoy, justo, el pasado volvió. O passado do meu passado do passado. Voltou num formato de uma carinhosa e vingativa sorodidade, temperada de ódio e cura. E seja no idioma que for, eu mulher, ella mujer, somos uma coisa só e nos odiamos lado a lado, juntas.

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