terça-feira, 29 de março de 2011

(se ele soubesse o quanto dele está aqui... o que já contei de seu rosto, seu corpo, seus óculos... do primeiro encontro, dos silêncios, dos gritos. de seu cheiro, seu sorriso, seu silêncio. o tanto que já falei do muito que eu sinto - e de que ele nem desconfia... ahh, se ele soubesse... talvez lesse minhas idéias e tentasse entender o que eu sinto... e talvez entendesse, hmm, e talvez estivesse ao meu lado, jogado na cama, lendo um livro ou cochilando enquanto eu, quase secretamente, continuo a falar o quanto dele continua aqui.)

2 comentários:

Marcelo Moro disse...

um dia eu gostaria de entender em que ponto da vida viramos essa colcha de retalhos de sensações e sentimentos trazidos de outras vidas, melhores ou piores vividas, pessoas, gestos, coisas....sobrevivem em nós pra sempre

Artur Gelumbauskas disse...

Que engraçado... isso me recorda de como eu velava o sono dela. E como era o tempo mais bem aproveitado do mundo.