ela declarava perdoar tudo que havia acontecido.
Num refrão continuamente cantado acusava a liberdade,
o passado, o futuro, os planos.
Reclamava muito da dor de se sentir assim,
desse amor absurdo, coisa sem fim.
desse amor absurdo, coisa sem fim.
E do silêncio que ardia.
.....Ainda chorava.
.....Ainda chorava.
Mas você será sempre meu.
E conseguiu o que tentava desde adolescente,
fugiu de si mesma.
Um comentário:
estamos em constante fuga, da gente, dos outros , das coisas....
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