sábado, 4 de junho de 2011

Fantasía

Os diminutivos charmosos dele são ridículos se usados por outros. Mas as piadas de mau gosto que você odeia, se é ele que conta, te fazem rir, sorrir. Os erros de ortografia que ele comete - sempre - você ignora e os vícios irritantes de linguagem são uma graça. O jeito de não entender o que foi dito dá vontade de explicar, com carinho, com jeitinho. E as grosserias dele, ai, te deixam louca. Se ele ainda te sussurrar coisas quaisquer, daquele jeito dele de falar...humm... desista. Você nem precisa entender: já está entregue.
E não importa o que digam, não importa o que ele faça, não importa todo o mundo, nem todo o tempo, nem todo o não.
Ele é sua fantasia mais proibida, mais errada, mais distante.... Mais desejada.

2 comentários:

Marcelo Moro disse...

poemas, charmes, palavras desconexas ao pé do ouvido, não se traduzem...não se explicam, servem para serem sentidas ...amadas ou odiadas...

@Thiactor (Satya Gandharva) disse...

sou eu esse ai é?
HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHA
kiddin!!!